UNIDADE DOIS
Escola Municipal de Ensino Fundamental Zaira Hauschild
CIDADE - São Leopoldo
NÚMERO DE ALUNOS - 850 no diurno
130 no noturno
ETAPAS DE ESCOLARIZAÇÃO - Ensino Fundamental - 1° ao 9° Ano
Educação de Jovens e Adultos - EJA
ALUNOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL - 68 - Este número correspende ao número
de alunos que foram encaminhados por suspeita de necessidades educacionais
especiais. Ainda não possuímos a resposta de quantos serão atendidos pelo NAPPI
- Núcleo de Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão.
QUAIS NECESSIDADES E QUANTOS EM CADA UMA -
* Síndrome de Down - 04
* Hiperatividade - 04
* Dificuldades Cognitivas Generalizadas - 02
* Atendimento Psicológico - 05
* Dificuldades fonoaudiológicas e psicopedagógicas - 01
* Dificuldades psicopedagógicas e motoras - 01
* Dificuldades psicopedagógicas - 43
* Dificuldades fonoaudiológicas - 01
* Deficiência Mental Leve - 01
* Dificuldades psicológicas - 01
* Problemas neurológicos - 01
* Acompanhamento psicopedagógico - 02
* Dificuldades psicopedagógicas e oftalmológicas - 01
* Pressão alta, problemas nos rins e bexiga - 01
Destes alunos encaminhados, sete já recebiam atendimento em
2008 no NAPPI e dois na Sala de Recursos do município; quatro fazem
tratamento com medicamentos e um faz tratamento hospitalar em Porto
Alegre.
De acordo com o número de encaminhamentos e o número de alunos que estavam
sendo atendidos no ano de 2008, podemos ver que estamos muito longe da
realidade e do que as leis preveem.
Nota-se um esforço para o atendimento, porém o Núcleo de Apoio não comporta
a demanda, acontecendo o mesmo com a Sala de Recursos.
Vê-se claramente que a realidade não vem de encontro com as leis, decretos,
resoluções...que defendem a inclusão de indivíduos com necessidades especiais.
Estamos muito longe do ideal. Há necessidade de mais empenho, políticas públicas
imediatas, conhecimento de realidades, boa vontade, recursos financeiros
direcionados para o problema.
Comments (3)
Gi said
at 4:52 pm on Apr 24, 2009
Olá Beth... Em relação as políticas de inclusão, temos documentos diferenciados, tanto os que tem ação normativa, com força de lei(CF/1988, LDBEN.9394 de 1996, Resolução CNE/CEB 02/2001),quanto o último e mais recente que é um documento orientador(Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva de 2008).
São documentos que defendem a Ed. Especial como “...uma proposta pedagógica que assegura recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços
educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o
desenvolvimento das potencialidades dos educandos. Sendo que os sistemas de ensino devem constituir e fazer funcionar um setor responsável pela educação especial, dotado de recursos humanos, materiais e financeiros que viabilizem e dêem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva.”
Gi said
at 4:52 pm on Apr 24, 2009
Olá Beth... Em relação as políticas de inclusão, temos documentos diferenciados, tanto os que tem ação normativa, com força de lei(CF/1988, LDBEN.9394 de 1996, Resolução CNE/CEB 02/2001),quanto o último e mais recente que é um documento orientador(Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva de 2008).
São documentos que defendem a Ed. Especial como “...uma proposta pedagógica que assegura recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços
educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o
desenvolvimento das potencialidades dos educandos. Sendo que os sistemas de ensino devem constituir e fazer funcionar um setor responsável pela educação especial, dotado de recursos humanos, materiais e financeiros que viabilizem e dêem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva.”
Gi said
at 4:53 pm on Apr 24, 2009
No entanto,as escolas ainda continuam, na sua grande generalidade, sem recursos materiais e humanos para poderem implementar a inclusão, tal como é defendida! Acredito que deveríamos cobrar de todos aqueles que têm responsabilidade na ação política, que novos elementos sejam apresentados para uma reflexão mais crítica sobre a inclusão e os aspectos que devem ser contemplados para promovê-la. Implicando assim, na transformação do modo de se conceber a educação como um todo, a fim de que as escolas possam receber todos os alunos, quaisquer que sejam suas especificidades.
"O conceito de escola inclusiva está associado à modificação da estrutura, do funcionamento e da resposta educativa, de modo que se tenha lugar para todas as diferenças individuais, inclusive aquelas ligadas a alguma deficiência."
(BLANCO, 2002, p.8).
Demonstraste apropriação consistente e condizente com os objetivos propostos para esta unidade. Qualquer dúvida entre em contato. Abraços, Gi
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